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Nem fortalecer nem alongar, a dor pede outros caminhos

  • Foto do escritor: Estela Turozi.
    Estela Turozi.
  • 30 de mai. de 2019
  • 2 min de leitura

Conhece alguém que é atleta ou “quase” ?

Ou seja, alguém que pratica muita atividade fisica, faz exercícios, academia e de repente TRAVA ??

Ou então, você conhece alguém que é superflexível? Sim, alguém que faça alongamentos com frequência , até mesmo yoga, ballet, pilates ou pratique crossfit ou karatê?

E ainda assim chega um dia essa pessoa simplesmente trava de dor.

Ou talvez você conheça alguém bastante forte e flexível ao mesmo tempo e que ainda assim sente dores ou desenvolveu um problema na coluna, joelho ou ombros.

Pois é, em todos os casos a recomendação CLÁSSICA é fortalecer para estabilizar e alongar para flexibilizar.

Fortalecer o que gente? Qual grau de força é necessário para garantir essa segurança? Qual grau de mobilidade devemos ter? Porque então pessoas que sempre praticaram atividades físicas por toda a vida acabam também tendo problemas?

Se eu te contar que eu trato a maioria das pessoas “desfortalecendo” e “desalongando” o que você me diz??

Claro, eu criei essas palavras aqui somente para que possamos pensar um pouco.

Primeiro quando falamos em fortalecer e alongar estamos levando em consideração somente o aspecto múscular do corpo.

Oras, não só de músculos é feito um corpo.

Precisamos levar em consideração outros aspectos como os órgãos por exemplo. Estômago, fígado, intestino estão por debaixo de toda essa musculatura que você tanto fortalece e alonga repetidamente.

Por isto, é fundamental perceber o corpo como UM TODO. As vísceras e órgaos também se movimentam dentro de nós e consequentemente recrutam as cadeias musculares do corpo.

Seu estômago pode estar pedindo espaço, por exemplo o que pode acontecer nos casos de gastrite crônica.

Logo, se a pessoa com gastrite permanece fortalecendo abdominais ela acaba por apertar ainda mais seu ventre e, consequentemente, ou a dor piora ou retorna dentro de algum tempo.

Se você negligencia isto acaba entrando num ciclo doloroso que parece não ter fim.

Por isto, é urgente compreender, ouvir e respeitar o corpo. Se algo pede espaço, daremos espaço. Se algo pede presença, daremos presença.

Este é só um aspecto que quero comentar aqui e existem, claro, muitos outros a serem abordados. É só para que possamos pensar além dos protocolos atuais.

Se isto faz sentido pra você me conta nos comentários. Vou adorar saber sua opinião.

Abraço, Estela.

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